Órgão consultivo da comunidade reuniu-se no Consulado de Zurique

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O órgão da comunidade portuguesa da circunscrição do Consulado de Zurique reuniu-se para debater a atual situação em relação ao acordo assinado e à obrigatoriedade de se declarar ou não o património em Portugal. É um facto que este assunto tem suscitado o maior interesse e até provocado reacções de desânimo e de alguma animosidade em ter de se declarar o seu património em Portugal ao fisco helvético. O certo é que esta lei da declaração de fortuna sempre existiu na Suíça. Desde sempre que é assim. Todos os residentes na Suíça que declarem os seus impostos têm essa formalidade. Na reunião, foi dado o parecer que a Embaixada deveria emitir um comunicado, claro e objectivo, do que realmente se está a passar e a finalidade do acordo assinado por Portugal no passado dia 11 de outubro de 2016. A mensagem de todos os participantes nesta reunião foi no sentido de que todas as informações devem acalmar e tranquilizar a comunidade, dado que, no final, os valores a pagar ao fisco helvético poderão nem ser assim tão elevados, dependendo, sempre, do valor patrimonial de cada um, mas sempre numa base residual. Claro está que tudo está dependente dos cantões, se vão, ou não, aplicar a retroatividade dos 10 anos, mesmo se a autodeclararão isente da coima anunciada.

Foi abordado o dia 10 de junho, que o consulado de Portugal em Zurique, na pessoa do Dr. Licínio do Amaral, deseja celebrar na cidade, dado que nas duas últimas edições este posto consular quis descentralizar e, assim, foi celebrado no Ticino e nos Grisões.

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