Em jeito de reflexão desde Sierre, sobre o Portugal Open 2.ª edição

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Luís Chaves

Em jeito de reflexão sobre os dois dias maravilhosos que todos passámos na divulgação da cultura portuguesa, designadamente e sobretudo da nossa língua, que será o que mais e maiores laços cria entre todos nós.

Desde logo, a todos os alunos ou antigos alunos (todos aqueles jovens que trabalharam arduamente para o evento) do ensino do português na Suíça e que, de uma forma voluntária, foram incansáveis no trabalho que fizeram. Parabéns por isso a todos eles, e diretamente e indiretamente aos pais que permitiram e incentivaram os seus filhos a colaborarem ativamente nas diversas iniciativas, e não podemos esquecer os professores, já que, sem as suas colaborações e incentivo aos alunos, não os teríamos a colaborar connosco da forma como o fizeram – desinteressadamente e abnegadamente.

Parabéns aos professores do ensino do português no Valais  que, desde a primeira hora, se mostraram empenhados e dedicados para que tudo isto fosse levado a bom porto, quer as exposições que montaram, quer ainda na preocupação em que os seus alunos participassem ativamente em tudo o que diz respeito ao ensino do Português na Suíça. Uma palavra especial para a professora Amélia que esteve, desde a primeira hora, ativamente na organização do evento.

Queremos também dar os parabéns aos escritores residentes na Suíça e que muito ajudam a divulgar a nossa língua. Parabéns a todos os que trabalharam nas barraquinhas, parabéns aos nossos colegas da Associação de Pais de Vissoie. Parabéns aos músicos e à Tuna Helvética. Parabéns aos artesãos. Parabéns a todos os patrocinadores e também às Adegas do distrito de Viseu que muito apoiaram.

E porque, conforme já consta no livro sagrado, os últimos serão os primeiros, parabéns à Associação de Pais de Sierre que foi a organizadora deste evento e a quem podem ser assacados todos os méritos do sucesso do mesmo.

O objetivo fundamental deste evento passou sempre pela divulgação da cultura portuguesa na Suíça e sobretudo entre os mais jovens, alguns dos quais só através de acontecimentos deste género se vão apercebendo das grandes realizações dos portugueses e da importância de Portugal, bem como do orgulho de pertencer a um povo que foi capaz de dar novos mundos ao mundo. É por isso que os visados, e para quem se trabalhou durante quase um ano, foram fundamentalmente os mais jovens e com isto quer-se envolvê-los no orgulho que todos nós temos em sermos portugueses.

É também por tudo isto que o nosso apelo vai para os pais e encarregados de educação e em geral para todos os que participaram nesta realização, para que nunca se perca o objetivo de um evento como este, em que o convívio é apenas uma consequência e nunca principal desígnio, que é, esse sim, a divulgação da nossa cultura entre mais jovens, e sobretudo a língua portuguesa.

Bem-haja a todos!
Luís Chaves

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