Edição Outubro 2019

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Quando o nosso jornal for distribuído, já saberemos os resultados das eleições e depois teremos de esperar mais uns dias para sabermos quem vão ser os deputados que nos vão representar na Assembleia da República pelo círculo da Europa.  Seja quem for, os desafios serão os mesmos de sempre, mas com algumas condicionantes, como, por exemplo, o regresso a Portugal por parte de muitos portugueses, que continuam, mesmo se a um ritmo mais lento, a teimar em regressar ao nosso país. Depois, a maior parte destas pessoas não está muito longe da idade da reforma concedida pelo sistema helvético – 64 para as mulheres, com a possibilidade de dois anos de antecipação, ou 65 anos para os homens, também eles com a possibilidade de pedirem esse direito com dois anos de antecipação. Claro está que sofrerão uma penalização. Mas o que é certo é que estas pessoas terão de pedir esse direito nos serviços da Segurança Social em Portugal, porque no seu regresso irão mudar a sua morada fiscal, e sabemos que nem sempre tudo corre como deveria correr. Este será, com toda a certeza, um assunto de que os deputados da emigração se deverão inteirar e esclarecer junto das entidades competentes, para que um melhor desempenho possa acontecer e estas pessoas possam receber de forma atempada aquilo a que têm direito. Dizem-me nos corredores mais intrínsecos da comunidade que está em movimento a formação de um novo Partido Político; um Partido da Emigração para as próximas eleições daqui a 4 anos. Não sei se se será mesmo assim e se tal irá ser formado na realidade. Mas, caso isso aconteça, estou muito curioso em ler o programa político e saber com que finalidade e objetivos este novo Partido se irá apresentar. Mas vamos, em primeiro, esperar e ver os resultados destas legislativas de outubro de 2019. O resto… apenas o tempo o dirá. Entretanto, existem sempre novos desafios nos horizontes da emigração, claro…

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