Edição Novembro 2013

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Muitos apregoam pela cultura em terras helvéticas. Temos uma espécie de cavaleiros, a guarda inteligente e briosa da tradição artística e pensadora, os portadores das novas ideias que agitam o nosso tempo e que, de certeza, irão revolucionar e transformar o futuro numa sociedade de artistas, poetas, cronistas, editores, escritores, sem saberem muito bem do que falam ou escrevem. Haja decência e respeito pelo mundo da escrita. Haja decência pelas competências de cada um. Haja respeito pelo trabalho isento e honesto que, pressurosamente, nos arrasta há quinze anos. Existe uma corrente de boémios publicistas que brotam, das suas intrínsecas veias, algumas ideias de iluminados decadentes, caindo na confortável posição de percucientes do mundo das Letras. Estes são, em resumo, os resultados apurados de uma panóplia de pessoas coloridas, pela porosidade da sua massa encefálica, que enfeitam a nossa comunidade; insignes eruditas munificentes, de caneta na mão, que plagiam sem contemplações e que só querem injuriar a nossa linha de pensamento. Há espaço para todas as ideias. Há espaço para agradar a todos os leitores. É preciso trabalhar. Trabalhar muito e perder muitas horas de sono a estudar.

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