Edição Maio 2019

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Este mês de maio é muito especial. Digo especial, porque vamos ter as manifestações religiosas um pouco por toda a comunidade, que demonstra, assim, a sua fé no que acredita e segue os valores tradicionais religiosos de uma comunidade católica. Maio é sempre maio. Comemora-se, ainda, o dia do trabalhador. Um pouco por toda a Suíça, houve pequenas manifestações, com a ajuda dos sindicatos, com o intuito de celebrarem um dia que não é feriado na Suíça, mas que representa a força do trabalhador e o desejo que o mercado de trabalho não abrande para que não haja precariedade. Nem toda a sociedade helvética olha com bons olhos para este dia, que interpreta como algo de radicalismo por parte daqueles que desempenham e são a força do trabalho, no seu dia a dia. Mas o ser humano não é uma máquina. Afinal, uma sociedade que não esteja em movimento, não evolui. Mas a verdade é que cada vez mais existem situações que não deveriam acontecer. Como, por exemplo, de se despedir uma mulher que caiu desmaiada no seu posto de trabalho e que passados alguns dias teve de ser operada a um tumor na cabeça. Acreditem que isto aconteceu na Suíça. Posso prová-lo. Situações que deviam envergonhar quem se diz ser patrão e envergonhar a sociedade que se diz ser justa e equilibrada. Mas infelizmente existem muitos outros casos. Bem, viva o dia 1 de maio!

Mas, seja como for, o mês de maio também é o mês da esperança e da Fé. E a comunidade portuguesa sabe interpretar este sentimento de uma forma sublime e altruísta. Vêm aí as procissões por Maria, e a comunidade vai vestir-se a rigor!

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