Edição Junho 2019

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As eleições foram uma enorme desilusão pela baixa participação. A verdade é que muitos já não se deixam seduzir pelos discursos pomposos nas televisões e talvez se tenha de inventar uma nova forma comunicacional, que não sejam as fake news, que também invadem as redes sociais. Então, que fazer para alertar para a importância da participação cívica numas eleições, sejam elas quais forem?  A democracia exige uma participação cívica, não podemos deixar que os outros decidam por nós, mesmo que o partido em que acreditamos – que possa fazer a diferença – não ganhe. A verdade é que o desinteresse é quase global, e as taxas de abstenção são assustadoras. Então como poderão as pessoas reivindicar as ideias, e um sistema que lhes possa proporcionar a estabilidade numa sociedade que começa a dar sinais de demasiados alertas? Na comunidade portuguesa na Suíça, votaram apenas 1130, num universo de quase 150 mil pessoas. Se formos a ver, em termos percentuais, foi menos de 1%. A verdade é que a comunidade portuguesa se interessa mais pelos crimes passionais, do que em discutir os verdadeiros interesses comuns. Também é verdade que só recebemos esporadicamente a visita de alguém com responsabilidades políticas na Suíça. Mas, seja como for, é do interesse de todos que se discutam ideias e políticas para o interesse comum.

Na entrevista do Secretário de Estado, José Luís Carneiro, o mesmo disse-nos que o problema do atraso do pedido das reformas dos portuguesa, que voltaram a Portugal, da Suíça, está identificado. Agora, esperamos que, depois de terem averiguado os problemas, comecem, então, e rapidamente, a enviar os pedidos à Suíça, e isto porque me foi dito que os pedidos ainda demoram muito, mas mesmo muito, a chegar ao destino.

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