Edição Janeiro 2013

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São muitos que fazem, no final de cada ano, uma lista de promessas e objectivos que esperam poder ver cumpridos no final do ano que apenas se inicia. Muitas dessas promessas nunca irão ser cumpridas nem os objectivos irão ser alcançados. É um ritual que toca um pouco a todas as pessoas. Mas a esperança pelo desejo de bonança é sempre um incentivo para se fazer planos de poupança, ou de dietas para se perder os quilos dos excessos das festas. Os políticos, por exemplo, são uma classe que se repete ao longo dos tempos, nos sucessivos governos, nunca cumprem com as suas promessas e com os seus planos,.

O Ano Novo é também o dia em que se celebra o Dia da Confraternização Universal, reconhecido pela ONU, como é também o Dia Mundial da Paz, desde o ano de 1968, quando o Papa VI instituiu a data para celebrar a paz entre os povos. A esperança pela estabilidade e pela abundância já vem desde os tempos antigos, como as promessas no início de cada ano. Assim, neste ano de 2013, os votos renovam-se um pouco por todo o globo.

O nosso jornal irá continuar o seu caminho, neste ano de 2013, onde cumprirá 15 anos de existência no próximo mês de Setembro. Dentro das suas limitações naturais, irá tentar estar junto da nossa comunidade e dar a conhecer o que mais de relevante se faz. Falhas irão sempre existir. É algo que se tenta sempre evitar, mas sempre sem qualquer garantia.

Não poderia alhear-me de desejar um Bom Ano 2013 para todos os nossos leitores e amigos. Num ano, que se predispõe a ser um ano difícil para os portugueses.

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