Edição Dezembro 2018

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Estamos no mês de dezembro. Talvez seja a época mais desejada por muitos dos portugueses que vivem e trabalham no estrangeiro. E não é caso para menos. São muitos os portugueses que não abdicam de celebrar o natal e o fim de ano no nosso país, partilhando sabores e emoções, com os seus entes queridos. Todos os anos é assim e este não vai fugir à regra. Serve, também, para augurar novos desafios e novos desejos para o ano que está para entrar. Muitos vão também lembrar-se daqueles que partiram deste mundo no velho ano. A vida é um círculo e todos sentem, mais cedo ou mais tarde, a dor e a saudade de quem já não está entre nós. Ficam as memórias e é sempre bom recordar os bons momentos. Mesmo se essas pessoas fisicamente já cá não estão.

Mas também é tempo de recordar os sabores dos nossos doces tradicionais, e ninguém vai confessar ao seu médico os pequenos pecados que vai cometer – eu pelo menos não vou. Para muitos, a idade não permite muitos devaneios, mas a força das tradições supera todas as maleitas, o que nos faz esquecer tudo. Estamos numa época também de reflexão, do que de bom e sobre aquilo que de menos bom foi feito durante o ano.  Estamos num tempo em que devemos ser mais solidários, elevar o culto da partilha, nem que seja apenas um aperto de mão. Promover a proximidade, as emoções com os seus familiares, amigos e com todos aqueles que precisam de uma palavra de afeto e de um pequeno gesto. Estamos na época do natal. Dos sonhos e dos desejos. Este é um editorial que deseja apenas apelar ao bom senso humano, que deseja promover afetos e boas lembranças, que deseja ser uma palavra amiga numa época em que não se deve ter medo de estimular a amizade e o amor. Um Santo Natal, a todos os nossos leitores e anunciantes. Que os ventos de uma boa Graça possam iluminar este mundo. Feliz Natal e um bom Ano Novo.

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