Edição Dezembro 2015

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Ano novo vida nova, lá diz o velho ditado. Neste ano novo que acaba de iniciar, podemos aventurar-nos a pedir que o atual Executivo possa rever a situação da fiscalidade para os reformados emigrantes. Já não é a primeira vez que se menciona tal problema neste editorial. Acontece, porém, que o problema é sério e muito injusto. Mas, neste ano de 2016, vamos ver, então, se é o tal e que todos possamos sentir assim confiança no futuro e, também, em quem nos governa. Vamos ver, ainda, se a economia estabiliza e não anda aos tropeções, provocando sempre calafrios a quem sente o seu posto de trabalho em perigo.

O Conselho das Comunidades reuniu-se pela primeira vez e vai em breve apresentar as suas ideias à comunidade. São, de facto, muitos os problemas que devem ser abordados com a maior seriedade e com o maior empenho possível por todas as entidades. Já não há o fluxo migratório em massa, pelo menos nos últimos meses, como aconteceu há três anos, mas, mesmo assim, existem problemas que têm de ser abordados. Vamos estar atentos e iremos acompanhar as atividades deste Conselho das Comunidades.

Vamos então começar o ano com o pé direito e desejo a todos os nossos leitores e aos nossos anunciantes as maiores felicidades. Há muito trabalho pela frente para se realizar. Bem hajam a todos!

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