Crónica 16.11.2011
O extertor das nossas democracias!...
Durante o último quartel do século XX, os portugueses procuraram, incessantemente, a melhor fórmula de um poder político que os representasse e satisfizesse as suas necessidades essenciais.
Nessa busca inexperiente, mas ansiosamente esperada durante mais de 40 anos, o povo viu desfilar perante si as mais diversas fórmulas de governação, inspiradas por comunistas diversificados, socias democratas de tendências várias, liberais dogmáticos e pragmáticos, socialistas moderados e radicais e até por quem considerava qualquer forma de representatividade parlamentar como uma oposição à liberdade individual, ou sejam, os anarquistas.Após um período de reflexão social: à “força”, objectivamente convencidos ou apáticos, perante a ignorância política da sua geração, os portugueses adoptaram o modelo que melhor de confinava com os seus objectivos fundamentais e imediatos: a paz, o pão, a saúde, a habitação e a liberdade para eleger aqueles que os deveriam governar.









